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Conversor de moedas

Informe o valor, escolha a moeda de origem e a de destino. O conversor busca a cotação comercial na AwesomeAPI e atualiza o resultado automaticamente a cada 30 segundos — pode haver alguns minutos de atraso em relação ao mercado.

Atualizado em

Como funciona a conversão

O conversor usa o real como ponte. Primeiro, o valor da moeda de origem é transformado em reais pela cotação comercial. Depois, o total em reais é dividido pela cotação da moeda de destino. A fórmula é:

valor convertido = (valor × cotação da origem em R$) ÷ cotação do destino em R$

Um exemplo com números redondos: suponha o dólar a R$ 5,00 e o euro a R$ 6,00. Para converter US$ 120 em euros, o conversor calcula 120 × 5,00 = R$ 600. Em seguida, divide: 600 ÷ 6,00 = € 100. Quando uma das moedas já é o real, a conta tem uma etapa só: US$ 200 a R$ 5,00 viram R$ 1.000 direto.

Tudo acontece no seu navegador. A única comunicação externa é a busca das cotações na AwesomeAPI — nenhum dado digitado por você é enviado a lugar algum.

Qual é a cotação usada na conversão?

A cotação exibida é a comercial: o preço de referência praticado nas operações entre bancos e grandes empresas, o mesmo que aparece no noticiário econômico. Ela serve para comparar valores e acompanhar o mercado, mas dificilmente será o preço exato da sua operação.

Na prática, existem outras cotações. O câmbio turismo, usado na compra de moeda em espécie ou em cartões pré-pagos, é sempre mais caro que o comercial. E, em qualquer operação, bancos e casas de câmbio aplicam um spread: uma margem embutida na taxa, que varia de instituição para instituição. Entre a cotação comercial e o que sai do seu bolso podem existir alguns pontos percentuais de diferença — por isso vale comparar o custo efetivo total (cotação + spread + tarifas + impostos) antes de fechar câmbio.

Por que o dólar sobe e desce?

A cotação é um preço como outro qualquer: sobe quando muita gente quer comprar dólares e desce quando sobram dólares no mercado. Alguns fatores mexem com essa balança todos os dias:

  • Juros nos Estados Unidos e no Brasil: quando os juros americanos sobem, investidores tiram dinheiro de países emergentes, e o dólar tende a subir aqui. Juros altos no Brasil atraem capital e ajudam a segurar a cotação.
  • Exportações e commodities: o Brasil vende soja, minério e petróleo em dólar. Quando esses produtos se valorizam, entram mais dólares no país.
  • Risco e incerteza: crises políticas, dúvidas fiscais e turbulência internacional levam investidores a buscar a segurança do dólar, pressionando a cotação para cima.
  • Atuação do Banco Central: em momentos de estresse, o BC pode vender dólares das reservas para reduzir oscilações bruscas.

No curto prazo, o movimento é imprevisível. Para quem planeja uma viagem ou uma compra internacional, uma estratégia comum é comprar a moeda aos poucos, diluindo o risco de pegar um dia ruim.

IOF em compras internacionais

Além da cotação e do spread, operações de câmbio pagam IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). O imposto incide, por exemplo, em compras internacionais no cartão de crédito ou débito, no carregamento de cartões pré-pagos em moeda estrangeira e na compra de moeda em espécie. Desde junho de 2025 (Decreto 12.499/2025, mantido pelo STF), a alíquota é única: 3,5% para cartão de crédito/débito internacional, pré-pago e compra de moeda em espécie. Antes de decidir entre cartão, espécie ou conta internacional, some tudo: cotação + spread + tarifas + IOF é o custo real da operação.

Perguntas frequentes

A cotação do conversor é a mesma que o banco vai me cobrar?

Não. O conversor usa a cotação comercial, que é a referência do mercado. Bancos, corretoras e casas de câmbio adicionam um spread (margem) sobre essa cotação, além de tarifas e IOF. O valor efetivo da sua operação será um pouco pior do que o mostrado aqui.

De onde vêm as cotações deste conversor?

Da AwesomeAPI, um serviço público de cotações. Os valores são atualizados automaticamente a cada 30 segundos enquanto a página está aberta, mas podem chegar com alguns minutos de atraso em relação ao mercado. Para acompanhar uma moeda específica, veja as páginas de dólar, euro e bitcoin.

Qual a diferença entre dólar comercial e dólar turismo?

O dólar comercial é usado em operações entre bancos, empresas e no comércio exterior — é a cotação que aparece no noticiário. O dólar turismo é o preço para pessoa física comprar moeda em espécie ou carregar cartão pré-pago, e é sempre mais caro, porque embute custos de logística, segurança e a margem da casa de câmbio.

Por que o valor em bitcoin aparece com tantas casas decimais?

Porque 1 bitcoin vale centenas de milhares de reais, quantias comuns do dia a dia correspondem a frações muito pequenas de 1 BTC. Por isso o resultado usa até 8 casas decimais — a menor fração do bitcoin, chamada satoshi, é 0,00000001 BTC.